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Na era do marketing 4.0, promover ações baseadas em uma causa gera total empatia com o público

Magazine Luiza vende colheres para você meter em brigas por aí. Ação da marca venderá colheres para falar contra a violência doméstica no Dia Internacional da Mulher

Sabe aquele velho ditado (machista)? “Em briga de marido e mulher, não se mete a colher”? Pois a Magazine Luiza resolveu meter a colher.
Em campanha no Dia Internacional da Mulher, a marca colocou no dia 8, em suas 860 lojas e no e-commerce, colheres à venda.

Não qualquer colher. Elas vêm com a inscrição “Em briga de marido e mulher, tem que meter a colher, sim. Ligue 180 e denuncie”.

O custo será de R$ 1,80. Todo o dinheiro das vendas será revertido para o Instituto Patrícia Galvão e para a rede colaborativa Mete a Colher, ambas trabalhando em torno da luta contra a violência doméstica e a violência contra mulheres.

Dentro da empresa, a marca já criara um sistema para ajudar mulheres que tinham passado por alguma situação de violência. As funcionárias têm acesso ao Canal da Mulher, um sistema de denúncias interno. Luiza Trajano tem acesso direto ao sistema e monitora as denúncias que chegam.

Além de realizar uma ação criativa para celebrar a data, a Magazine Luiza ainda usou o sucesso da campanha para direcionar toda a renda com a venda das colheres para a rede colaborativa Mete a Colher, que combate a violência doméstica. Parabéns Luiza!

Empresas mudam para enfrentar problemas sociais e ambientais. É o branding ajudando a “fazer o bem” sem deixar de “fazer bem”.

A abordagem tradicionalmente utilizada para o enfrentamento de desafios sociais vem sendo alterada sensivelmente. As fórmulas que envolvem a articulação de esforços entre governo, filantropia e ONGs estão sendo redesenhadas e passam a abarcar o universo empresarial de maneira mais consistente.

Modelos inusitados e experiências originais surgem para encarar os novos (e também os não tão novos) desafios globais. Tem chamado atenção, nesse sentido, a escalada de atividades privadas para auxiliar no enfrentamento de problemas sociais e ambientais, e que começam a ganhar força também no Brasil.

Empresas “tradicionais” passam a considerar não apenas a lucratividade, mas também o impacto de suas atividades, aproximando o “fazer bem” (para os acionistas) do “fazer o bem” (para a sociedade). Surgem mais negócios que combinam retornos financeiros e sociais, fazendo das soluções de mercado um meio de promover transformação social. Novas plataformas de financiamento aparecem, por exemplo, fundos especializados em investimentos de impacto e títulos de impacto social (social impact bonds – SIB).

As empresas, na maioria dos casos, geram mais impactos positivos para a sociedade do que negativos. O problema não está no modelo, mas numa visão míope e curtoprazista, que, felizmente, vem sendo modificada para levar em conta os limites do planeta e o bem estar de seus habitantes.

Michael Porter, referência mundial em estratégia competitiva, diz ser preciso mudar a forma como vemos os negócios e também como eles mesmos se veem, e acredita que isso já vem ocorrendo.

“Encaramos os negócios como o problema em muitos dos desafios sociais que enfrentamos. Os negócios não são vistos como a solução. (…) O senso comum é de que as empresas geram lucro causando problemas sociais. (…) Isso é correto em muitos dos casos, existem sim diversos maus agentes por aí. (…)

Se conseguirmos que os negócios se enxerguem de forma diferente, e que nós também enxerguemos os negócios diferentemente, podemos mudar o mundo.

A percepção de que há um movimento de mudança de paradigmas é reforçada por estudo recente da Deloitte (Millennal Innovation Survey 2013) com 5 mil futuros líderes empresariais em 18 países. Os entrevistados classificaram como sendo objetivo principal das empresas “melhorar a sociedade” e que os negócios devem impactá-la positivamente.

Não se trata de negar por completo os modelos convencionais atuais: 1º setor (governos), 2º setor (empresas) e 3º setor (organizações da sociedade civil). Ao contrário, a ideia tem sido articular o conhecimento acumulado nos diferentes setores da economia para criar novas soluções para problemas complexos e transversais da sociedade.

É preciso migrar de um mundo organizado em setores isolados, com linguagem e ecossistema próprios, para uma “economia convergente” na qual haja sinergia entre os setores, diz Filipe Santos do INSEAD-França. E negócios que congregam características típicas do 2º setor com finalidades de interesse público, que são peculiares tanto no 1º quanto no 3º setor, têm sido vistos como o motor desse processo.

O Brasil é considerado terra fértil para o desenvolvimento desses negócios, não só porque o país enfrenta diversos problemas socioambientais, mas também pelo perfil solidário, criativo e empreendedor de grande parte da população.

Milton Friedman, prêmio Nobel de Economia em 1976, dizia que “the business of business is business” e que o papel da empresa é tão somente fazer tanto dinheiro quanto possível para os acionistas. Esse entendimento vem sofrendo alterações para acompanhar os novos anseios da sociedade. E os negócios “com impacto social” que despontam mundo a fora revolucionando as formas de abordar problemas em áreas como educação, saúde, habitação, meio ambiente, pobreza e justiça social vêm evidenciar esse movimento de mudança.

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A db13 está de cara, roupa (e ideias!) novas.

Afinal de contas, é preciso renovar! E como é bom uma roupa nova né?

Quem não gosta? Quem não se sente o máximo numa roupa nova? 😉

Ainda mais revigorante é se a cabeça estiver cheia de boas ideias! Essas sim, quando chegam têm o poder de mudar tudo à sua volta.

Transformam pessoas, ambientes e circunstâncias.

Podem revelar grandes descobertas e ser agentes de grandes transformações. Gotcha! E não é isso mesmo que queremos?

Digital Branding é um processo dinâmico e a db13 quer trazer muitas novidades, novos conceitos, plataformas e ferramentas pra carimbar INOVAÇÃO na sua marca e colocá-la na vanguarda.

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“Liberdade pra dentro da cabeça.” Natiruts